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A Mulher Improvável

Porta, como as outras portas
porque não se abre?
Que conluio é este entre você
e a campainha
no silêncio só mas convulso
meu e desta sala?
Ela vem, vocês não me enganam.
Inda que tarde, alguma desculpa
alguém que foi ver, uma tia
o pastor de alguma igreja
só dela, secreta, mentira benvinda
- É claro que entendo!

Dói só um pouquinho.
O que dói mesmo é esperar...

Brasília, 3 de julho de 2006
 

O-fino-dos-Poemas


. Descendo a Praça
. Saudades da Pafúncia
 . Mênora
.
A mulher improvável
. Terência
. Brincadeiras
. Terras
. Mar tão grande
. Mendiga  Bacana
. O Fio Elétrico
. Silente Mar
. Descendo a Praça
. Tua Mão
. O Despertador
. A Febre
. Rimbaud me visita
. Eu Traidor
. O Teu Fevereiro
. O Dia dos Pássaros
. Amar Cristina
. Soneto de Ivana
. Beirafim
. Reflexos em um Cálice de Vinho
. Nauta
. Eu soube de Você
. O Quadro
. Micro Luyas
. Carta que escreve Nosferatu a Rusalii