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Navega em mim um barco. Incerto navega em mim um barco com velas bufas e o absurdo destino de Minas Gerais.
Braços abertos, o mastrame aderna tempo adentro incerto de rumos e intenções.
Aderna o barco incerto. Heróis dados à terra contam de perversos, heroínas malditas e do gozo de rufiões.
Do mar, ao menos um temporário aviso de vida:
- O meu ventre gelado ronca, no abismo onde interrompe e assombra silentes ritos e ablações.
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